NAO DIZIMISTA CONSCIENTE

26/01/2011

LIVRO DE MALAQUIAS: O FIM DO PAGAMENTO DOS DIZIMOS E DAS MALDIÇÕES.

 

Graças aos maus sacerdotes, o Senhor prometeu a vinda de Jesus, pois os tais sacerdotes estavam desviando o povo, nao cumpriam com suas obrigaçoes sacerdotais (será que isso acontece ainda hoje?), e com isso a maldição estava sendo prometida para um  povo que estava sendo mau apresentado diante de Deus pelos sacerdotes que eram sustentados para essa funçao, recebendo dizimos e ofertas (será que isso ta acontecendo tambem nos dias de hoje?).

Vejamos os textos abaixo.

COMO VEMOS ABAIXO, A MENSAGEM DE MALAQUIAS FOI DIRIGIDA AOS SACERDOTES,


E NAO AO POVO DIRETAMENTE. O POVO  ESTAVA SOFRENDO DEVIDO AO PESSIMO DESEMPENHO DAS FUNÇOES DOS SACERDOTES, QUE TORNARAM-SE CORRUPTOS.

AQUI PERCEBEMOS QUE A PRIMEIRA MALDIÇÃO FOI PROMETIDA AOS SACERDOTES DEVIDO AO MAU USO E DESTINAÇAO DOS DIZIMOS QUE SERVIAM TAMBEM PARA O SUSTENTO DOS LEVITAS DO TEMPLO. OS SACERDOTES RECEBIAM DO POVO E PASSAVAM OS DIZIMOS E OFERTAS PARA OS LEVITAS, PARA SEREM DEPOSITADOS NA CASA DO TESOURO LOCALIZADO NO TEMPLO.

 

Como Deus transformou a benção dos sacerdotes em maldição, O POVO PASSOU A DUVIDAR DA PROVIDENCIA DE DEUS, POIS OS SACERDOTES ESTAVAM ROUBANDO SEUS DIZIMOS E OFERTAS, NAO DANDO A DESTINAÇAO DETERMINADA POR DEUS.

E O DIZIMO ERA PARA SER COMIDO TANTO PELOS SACERDOTES E LEVITAS, QUANTO PELAS VIUVAS, PELOS ORFÃOS, E  PELOS NECESSITADOS.

HOJE A IGREJA ARRECADA DINHEIRO DE TODAS AS FORMAS, MENOS PARA  CUMPRIR A DESTINAÇAO DADA POR DEUS, SEGUNDO DIZEM SER A RAZAO DA ENTREGA DESSEs DIZIMOs E OFERTAs.

A LIBERTAÇÃO ESTÁ ACONTECENDO.

SO FALTA ENCARAR OS LOBOS NA TRIBUNA BERRANDO QUE TEM GENTE REBELANDO-SE CONTRA AS ORDENANÇAS DE DEUS E CONTRA OS COSTUMES DA IGREJA.

 

 

ACABOU! SEM DIZIMO NÃO HA MALDIÇAO. AS OFERTA VOLUNTARIAS PREVALECEM. OS OBREIROS SAO DIGNOS DO SALARIO, MAS TEM QUE MOSTRAR SERVIÇO!!  VIVER DA FÉ DOS OUTROS NAO FUNCIONA.

Muitas gente agora vai pensar bem se continua sendo sacerdote, ou vai procurar emprego!

 

 


Escrito por dizimistaconsciente às 14h56
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24/01/2011

Torcendo Malaquias 3.10 e Amaldiçoando o Povo

"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida."  Que texto de pregação poderoso! Mandamento de Deus. Obrigação clara. Teste de fidelidade. Garantia de bênção. Não é surpresa que esta seja uma passagem favorita de muitos pregadores modernos.

Mas estariam estes pregadores tratando corretamente a palavra de Deus (veja 2 Timóteo 2:15)? Deus exige nossos dízimos hoje em dia? Ele está prometendo bênçãos materiais abundantes em retribuição? Examinemos estas questões de acordo com a Bíblia para determinar o que Deus realmente quer (veja Atos 17:11).

 

O que sempre se viu foi  milhares de pessoas entregando dizimos e esperando a tal Janela abrir-se e derramando bençãos abundantemente. ( ..se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que vos advenha maior abastança.) Sabe o que isso quer dizer? Que o sujeito nao vai passar necessidade alguma, vai ter muito mais do que precisa para nao ter que chegar o final do mês no vermelho, pendurado em cartao de crédito e cheque especial. É logico que isso nao abre espaço para a pessoa gastar, gastar e ficar esperando maiores janelas abrindo-se todos os meses.

Deus exige nossos dízimos, hoje em dia?

Pera aí!!! Antes de responder a pergunta acima, vamos observar  a quem Deus estava dirigindo-se quando tratou do assunto Dizimo. Será que foi ao povo que Deus falou, chamando atenção pela infidelidade?!  NÃOOOOOO!!!!!  Deus estava dando bronca nos SACERDOTES!!!!  Veja Malaquias 2.1,  e seguintes.

Não há dúvida que Deus estabeleceu  o dízimo na Bíblia. Mas, para entender sua vontade para os dias de hoje, precisamos examinar as passagens que discutem o dízimo. Pesquisemos brevemente o ensinamento bíblico sobre este assunto. Antes que Deus revelasse uma lei escrita a Moisés, para governar os descendentes de Israel, encontramos duas ocasiões quando homens deram ou prometeram dízimos a Deus. Depois do resgate de pessoas e de bens que tinham sido tomados de Sodoma numa guerra, Abraão deu um dízimo a Melquisedeque, o sacerdote de Deus (Gênesis 14:18-20). Mais tarde, Jacó (o neto de Abraão) prometeu devolver a Deus 10% de sua prosperidade (Gênesis 28:22).   Um fato interessante nos casos de Abraão e Jacó  é que Abraão nao prometeu a entrega, não fez voto, mas entregou; Jacó fez o voto, mas não encontramos na Biblia ele cumprindo esse voto.  Abraão DECIDIU entregar. Jacó fez voto. Em nenhum lugar vemos alguém entregando  mais de uma vez, somente nos casos  estabelecidos por Moisés. Enfim, esse dízimo de Abraão  parecem ter sido voluntários. Não há registro de qualquer mandamento de Deus a respeito do dízimo antes do tempo de Moisés. Certamente, o dízimo de Abraão não é mais um padrão para hoje na mesma forma que o exemplo de Noé não exige que nós construirmos uma arca hoje em dia. Pela mesma razão que pregadores hoje em dia não têm o direito de exigir que você construa um grande barco, eles não têm base para usar os exemplos de doações de dízimo do livro de Gênesis para exigir que você dê 10% de sua renda a uma igreja. Pode-se entregar o dizimo como um voto por uma benção alcançada, mas nao por obrigação.

É indiscutivelmente claro que Deus ordenou o dízimo na lei que ele deu através de Moisés. Muitas passagens mostram essa exigência (por exemplo, Levítico 27:30-33; Números 18:21-32; Deuteronômio 12:1-19; 26:12-15). O dízimo era uma característica da relação especial entre Deus e o povo escolhido de Israel (Deuteronômio 14:22-29). Nenhum estudante da Bíblia pode negar a necessidade do dízimo, sob a lei de Moisés.

Sempre que as pessoas se referem à lei de Moisés, é importante lembrar que Deus deu essa lei aos israelitas, descendentes de Abraão especialmente escolhidos. A manutenção dessa lei era necessária para mostrar que eles eram um povo separado, escolhido (Êxodo 19:1-6; Deuteronômio 26:16- 19). Estes mandamentos a respeito do dízimo foram parte "da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel" (Neemias 8:1).

Malaquias viveu no mesmo tempo que Neemias. Ele era um judeu que pregava aos judeus (Malaquias 1:1). Ele viveu sob a lei de Moisés e encorajou outros israelitas a serem obedientes a essa lei (Malaquias 2:4-8, 10; 4:4). Ele usou pensamentos dessa lei para prever as responsabilidades e bênçãos espirituais, ainda por vir, através de um descendente de Abraão, mas não impôs sobre todas as pessoas de todos os tempos a obrigação de dar o dízimo. Qualquer esforço para voltar à lei de Moisés, hoje em dia, é um esforço para reconstruir o muro de separação que Jesus morreu para destruir (Efésios 2:11-16). Certamente, os verdadeiros seguidores de Jesus não quererão anular seu sacrifício só para acumular dinheiro no tesouro de uma igreja!

Lei é Lei, tem que ser cumprida!!  Então  os pastores, bispos, apostolos de hoje que a cumpram, mas cumpram toda ela.

Já que existe  a insistencia em que o povo cumpra essa parte da Lei, entao que os nobres sacerdotes cumpram tambem o que está escrito em Deuteronomio 21, considerando a recomendaçao de Paulo no que se refere a caracteristicas daquele que deseja exercer o oficio pastoral-sacerdotal. Vejamos o texto abaixo.

Dt 21,18-21:Se alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe, e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos, pegarão nele seu pai e sua mãe e o levarão aos anciãos da cidade, à sua porta, e lhes dirão: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz: é dissoluto e beberrão. Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão, até que morra; assim eliminarás o mal do meio de ti: todo o Israel ouvirá e temerá.

Agora leiamos  1 Timóteo 3 1) Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 2) Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; 3) Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia 4) (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?)

Bem, diante desse texto, é logico que  dirão que nao tem necessidade de cumprir, pois era coisa da Lei.  E manter a ordem a começar em casa é deixar de cumprir a Lei? Então vamos matar, roubar, desejar a mulher do proximo, dar falso testemunho e por ai vai. Coisas da Lei!!  Quem tem autoridade hoje para constranger alguem a cumprir a Lei em determinado ponto e ao mesmo tempo tem permissão para descumprir outra? Os pastores, bispos, apostolos?  O que mais vemos hoje é a "classe sacerdotal"  enfrentando problemas familiares, filhos rebeldes, que nao vao a igreja, que estao no mundão, que sao a vergonha dos pais, tanto na igreja quanto fora.  Se for para cumprir a Lei obrigando o pagamento do dizimo, entao que matem os filhos rebeldes dos pastores, bispos, etc.

Todas as pessoas agora vivem sob a autoridade de Cristo, como foi revelada no Novo Testamento (Mateus 28:18-20; João 12:48; Atos 17:30- 31). Sua vontade entrou em vigor depois de sua morte (Hebreus 9:16-28). Estes fatos nos ajudarão a entender as passagens do Novo Testamento, a respeito do dízimo.

 

Durante sua vida, Jesus reconheceu a autoridade da lei de Moisés. Ele era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e com a missão de cumprir essa lei (Mateus 5:17-18). Jesus criticou os judeus hipócritas, que negligenciavam outros mandamentos divinos, enquanto zelosamente aplicavam a lei do dízimo (Mateus 23:23;  Lucas 11:42; 18:9-14).  Os  defensores e cobradores de dizimos  citam esse texto de Mateus 23.23. Mas esquecem que Jesus estava criticando exatamente os FARISEUS, os Escribas, doutores da Lei. Eles vangloriavam-se de PAGAR o dizimo, mas nao tinham misericordia e outras qualidades nobres. Jesus entao disse-lhe que PAGASSEM O DIZIMO, MAS QUE TIVESSEM TAMBEM OUTRO TIPO DE CUMPRIMENTO DA LEI. Enfim, quem cumpre toda a Lei, mas erra num só ponto, torna-se culpado de toda ela.!  O sujeito que ocupa a tribuna da igreja  e paga seu dizimo, mas amaldiçoa o que nao paga, está igual os tais criticados por Jesus. Jesus não ensinou que a lei do dízimo seria uma parte de sua nova aliança, que entraria em vigor após sua morte, mas sim a misericordia, o amor, a longanimidade, e outros atributos espirituais que seriam dados atraves dos frutos do Espirito.

O livro de Hebreus fala do dízimo, para mostrar a superioridade do sacerdócio de Jesus, quando comparado com o sacerdócio levítico da Velha Lei (Hebreus 7:1-10). Esta passagem não está ordenando o dízimo para hoje em dia. De fato, o mesmo capítulo afirma claramente que Jesus mudou ou revogou a lei de Moisés (Hebreus 7:11-19). O dízimo não é ordenado na lei de Cristo, que é o Novo Testamento.

Que lei se aplica hoje?       Não vivemos sob a lei de Moisés, hoje em dia. Jesus aboliu essa lei por sua morte (Efésios 2:14-15). Estamos mortos para essa lei para que possamos estar vivos para Cristo (Romanos 7:4-7). A lei gravada nas pedras, no Monte Sinai, extinguiu-se e a nova aliança permanece (2 Coríntios 3:6-11). A lei funcionou como um tutor para trazer o povo a Cristo, mas não estamos mais sob esse tutor (Gálatas 3:22-25). Aqueles que desejam estar sob a lei estão abandonando a liberdade em Cristo e retornando à escravidão (Gálatas 4:21-31). As pessoas que voltam a essa lei estão decaindo da graça e se separando de Cristo (Gálatas 5:1-6). Não temos o direito de retornar a essa lei, para obrigar que guardem o sábado, a circuncisão, os sacrifícios de animais, as regras especiais sobre roupas, a pena de morte para os filhos rebeldes, o dízimo e qualquer outro mandamento da lei de Moisés.

Vivemos sob a autoridade de Cristo e temos que encontrar a autoridade religiosa na nova aliança que ele nos deu através de sua morte. Ele é o mediador desta nova aliança (Hebreus 9:15). Seremos julgados por suas palavras (João 12:48-50). Desde que Jesus tem toda a autoridade, temos a responsabilidade de obedecer tudo o que ele ordena (Mateus 28:18-20).

O que o Novo Testamento diz a respeito das dádivas?

Jesus, através de Paulo, ensina que as igrejas devem fazer coletas nas quais os cristãos darão de acordo com sua prosperidade (1 Coríntios 16:1- 2). Temos que dar com amor, generosidade e alegria, conforme tencionamos em nossos corações (2 Coríntios 8:1-12; 9:1-9). Portanto, podemos dar mais do que 10% ou menos do que 10%. Temos que usar nossos recursos financeiros, e todos os outros recursos, no serviço de Deus. Não somos mandados por Deus para darmos uma porcentagem especial.

E a respeito das bênçãos?  Malaquias pregou a uma nação carnal que estava sofrendo as conseqüências carnais do pecado. Ele prometeu bênçãos materiais de Deus para aqueles que se arrependessem de sua desobediência. Não encontramos esta importância material no Novo Testamento. Deus garante aos fiéis que eles não precisam se preocupar com as necessidades da vida (Mateus 6:25-33).

Mas o Novo Testamento não promete luxo, conforto e riquezas. Jesus sofreu nesta vida, e assim seus seguidores sofrerão (Marcos 10:29-30; Lucas 9:57-62). A preocupação com a prosperidade material nos distrai da meta celestial e nos arrasta à idolatria da cobiça (Colossenses 3:1-5). Tais motivos não têm nenhum lugar entre os cidadãos do reino de Deus.

 

Aqueles que citam Malaquias 3:10 para exigir o dízimo, e prometem prosperidade material, estão torcendo a palavra de Deus. Eles estão enchendo os tesouros das igrejas  para seus proprios deleites, para desviarem a atenção de seus seguidores das coisas espirituais para darem atenção às posses materiais. Pedro advertiu sobre tais mestres: "Também, movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme" (2 Pedro 2:3).

O cristao vai ficar preocupado com a manutençao da igreja. O pastor, bispo, apostolo vai preocupar-se com os seus salarios que resultam dos dizimos recebidos. Bem, como a obra da igreja é movida pelo amor que devemos dedicar ao Senhor Jesus, entao a obra vai marchar baseado no ensino de Paulo, onde diz que cada um deve contribuir por amor, com dedicaçao, nao por necessidade, pois Deus ama quem dá com alegria.

Quanto ao sustento dos pastores, bispos, apostolos, façam como Paulo: vao fazer tendas para nao serem pesados a ninguem, ou então vao jejuar, orar, interceder pelo povo, para que a bençao venha sobre eles tambem.  Tem muito pastor,bispos epostolos  que só não são mais gordos por que tem que dormir e com isso comem menos. Com a extinçao dessa maldiçao, vamos ver muitos sacerdotes entrando em forma  tanto fisica quanto espiritual.

POLITICA. Outra coisa que pode acontecer é eles  apressarem-se em entrar na politica e desfrutar dos recursos do povo de outra forma.

Quem foi liberto pelo sacrificio de Jesus nao deve mais aceitar a maldição imposta pelos atuais sacerdotes quanto a nao entrega de dizimos!


Escrito por dizimistaconsciente às 12h24
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